segunda-feira, 20 de abril de 2026
sábado, 18 de abril de 2026
Jon Klassen / “Uma Pedra Cai do Céu”
E se, quando menos esperas, uma pedra de tamanho considerável cai do céu, aterrando precisamente no teu sítio preferido (onde não estavas por obra do acaso)? É este o ponto de partida para “Uma Pedra Cai do Céu” (Orfeu Negro, 2022), uma história em cinco actos assinada por Jon Klassen, o mestre dos mestres em mostrar aos mais novos o que é o sentido de humor disparatado – o melhor de todos.
sexta-feira, 17 de abril de 2026
Jon Klassen / “A Caveira”
“Encontrei este conto numa biblioteca no Alasca. Eu estava lá para apresentar um livro e pus-me a ver as estantes, antes de a sessão começar. Peguei num livro de contos populares e, ao ler o índice, reparei num conto que se chamava «A Caveira». Pensei logo que era um bom título. Fiquei ali a lê-lo, pu-lo novamente na estante, fiz a minha apresentação e saí da biblioteca.”
quarta-feira, 15 de abril de 2026
Jon Klassen / Este chapéu não é meu
“ESTE CHAPÉU NÃO É MEU”, de Jon Klassen
O peixe roubou um chapéu… e talvez consiga ficar com ele. Ou talvez não. Por onde terá andado esse chapéu, que lugares terá visitado e que outros animais cruzaram o seu caminho pelo fundo do mar? Vem conhecer a diversidade de animais marinhos que se cruzaram com este peixe curioso e descobrir o que cada um tem de especial.
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“Este chapéu não é meu” | Jon Klassen
Por Pedro Miguel Silva · Em 12/02/2015Por cá, há muito que nos habituámos a soltar, quando a ocasião assim o exige, a expressão “chapéus há muitos”. Para Jon Klassen, porém, a realidade é bem diferente.
Se “Quero o meu chapéu” havia funcionado como um sério aviso, “Este chapéu não é meu” (Orfeu Negro, 2015 – Colecção Orfeu Mini) vem confirmar que, para este ilustrador e designer, o chapéu alheio não é algo com que se possa brincar. E, muito menos, que possa ser levado sem a autorização do legítimo proprietário.
Desta vez, o livro tem início com uma pequena mas sincera confissão de um peixe miúdo: «Este chapéu não é meu. Acabei de o roubar.» Para piorar as coisas, o chapéu foi roubado a um peixe enorme que estava a dormir mas, julgando que o furto nunca seria descoberto, o pequeno peixe decide arriscar, certo de que o gigante marítimo nunca lhe conseguirá descobrir o rasto.
Mesmo debaixo de água – e agora na horizontal, posição mais propícia a ilustrar o meio aquático -, Jon Klassen mantém-se fiel ao seu estilo de humor visual muito particular, feito de nuances de olhares, animais ingénuos e uma grande e divertida malícia. De fazer pensar duas vezes todos os ladrões de chapéus.
terça-feira, 14 de abril de 2026
A ficção da objetividade em textos jornalísticos / Entre a narrativa dos fatos e a interpretação
A ficção da objetividade em textos jornalísticos
Entre a narrativa dos fatos e a interpretação
No artigo, discuto que, embora persigam um ideal de objetividade e de imparcialidade, notícias de jornal, mesmo as da imprensa dita séria, trazem em si marcas de subjetividade.
domingo, 12 de abril de 2026
Um gênero narrativo / O miniconto
Um gênero narrativo
O miniconto
Ao contrário do que muita gente imagina, o miniconto não surgiu por causa das redes sociais, especialmente do X, (o antigo Twitter). Muito antes da internet, o gênero já circulava, não com a rapidez de hoje, é claro. Franz Kafka, escritor checo de língua alemã, falecido em 1924 e Ernest Hemingway, um excepcional contista norte-americano, falecido em 1961, escreveram minicontos; Augusto Monterroso, um escritor hondurenho, publicou O dinossauro, um dos minicontos mais conhecidos em 1959.
sexta-feira, 10 de abril de 2026
A poesia lírica / Como o eu lírico transforma linguagem em emoção
O adjetivo lírico provém de lira, instrumento musical de cordas. O nome lírico se explica em razão de esse gênero, originalmente, ser cantado tendo por acompanhamento o som produzido por instrumentos musicais como a flauta e a lira. O gênero lírico costuma estar centrado no individual, por isso tende a se voltar para a subjetividade, para a emoção, para o sensível. Quem fala no poema, por meio de versos, é um eu individualizado, por isso mesmo chamado de eu lírico, que, como o narrador nos romances, contos e novelas, não deve ser confundido com o autor empírico.
quinta-feira, 9 de abril de 2026
O gênero épico e suas vozes / Autor empírico, autor textual e narrador
O gênero épico e suas vozes
Autor empírico, autor textual e narrador
O que caracteriza o gênero épico é o fato de contar algo em prosa ou verso, por isso se trata de um gênero essencialmente narrativo. A presença de um narrador é condição essencial do gênero épico. O narrador é o autor da obra? Nas narrativas ficcionais, não. O autor é o sujeito empírico, ou seja, o indivíduo biológico com responsabilidades jurídicas e sociais cujo nome (ou pseudônimo) aparece na capa e/ou no frontispício da obra (Graciliano Ramos, Guimarães Rosa, José Saramago, Marques Rabelo), a quem cabe a autoria em todas as suas instâncias, quer a direitos, quer a deveres. Em sua atividade, o autor empírico, entidade real, é o responsável pelas estratégias discursivas: escolha de um autor textual, do(s) narrador(es), gênero, tema, personagens etc.
quarta-feira, 8 de abril de 2026
sexta-feira, 3 de abril de 2026
quinta-feira, 2 de abril de 2026
Popol Vuh e a jornada da criação / Do homem de lama aos robôs do século XXI
Popol Vuh e a jornada da criação
Do homem de lama aos robôs do século XXI
domingo, 29 de março de 2026
Hamnet / Quando a arte é necessária
Hamnet: quando a arte é necessária
Um filme sentido que não será esquecido
Hamnet, da realizadora Chloé Zhao, é um filme que nos dá uma pista para responder a uma pergunta filosófica recorrente. Qual o sentido da Arte? Por que a Arte é necessária?
































































