Hamnet: quando a arte é necessária
Um filme sentido que não será esquecido
Hamnet, da realizadora Chloé Zhao, é um filme que nos dá uma pista para responder a uma pergunta filosófica recorrente. Qual o sentido da Arte? Por que a Arte é necessária?
Hamnet, da realizadora Chloé Zhao, é um filme que nos dá uma pista para responder a uma pergunta filosófica recorrente. Qual o sentido da Arte? Por que a Arte é necessária?
Assisti recentemente ao filme Nuremberg, que retrata o famoso julgamento por um tribunal internacional de líderes nazistas capturados ao fim da Segunda Guerra Mundial, tendo como fio condutor a relação entre um jovem psiquiatra e o “Reichsmarschall” Hermann Göring, braço direito e provável sucessor de Adolf Hitler. Göring entregou-se às forças de ocupação aliadas após a derrota da Alemanha, foi preso e levado a julgamento pelos crimes de guerra, junto com outros altos oficiais nazistas.
Eu tenho verdadeira fascinação por museus, mas a verdade é que nem sempre fui assim. Esse interesse foi sendo construído aos poucos, movido pela curiosidade. Quando chego em um lugar novo, o que mais me encanta é tentar entender o que há de vivo ali: na comida, nas ruas, nas pessoas e nas histórias que aquele lugar guarda.
Na Europa em 1202, fim da Idade Média, um livro denominado Liber Abaci trouxe algo revolucionário. Escrito por Leonardo de Pisa (mais conhecido como Fibonacci), ele popularizou o sistema numérico indo-arábico, aquele que usamos até hoje com os algarismos de 0 a 9. Mas o que realmente chamou a atenção nesse livro foi uma sequência numérica simples, elegante e, de certa forma, misteriosa: a sequência de Fibonacci.
Nos últimos anos, o tema da saúde mental deixou de ser um tabu e passou a ocupar lugar central nas discussões sobre qualidade de vida, bem-estar e desenvolvimento humano. No entanto, quando falamos de saúde mental coletiva, ainda prevalece a ideia de que ela está restrita a tratamentos clínicos ou políticas públicas voltadas a transtornos psicológicos. Embora esses recursos sejam fundamentais, há um campo igualmente poderoso que pode atuar de forma preventiva, educativa e transformadora: a arte.
Em um mundo cada vez mais interconectado, o conceito de diversidade cultural transcende o campo das diferenças étnicas ou regionais para se tornar um motor essencial de transformação social. Longe de ser apenas um ideal ético ou uma bandeira política, a valorização das múltiplas expressões culturais tem se mostrado uma poderosa ferramenta de inovação social — capaz de inspirar novas formas de convivência, produzir soluções criativas para desafios coletivos e promover o desenvolvimento sustentável das comunidades.
Desde os primeiros romances de ficção científica até as superproduções cinematográficas contemporâneas, a arte de contar histórias sempre foi um espelho e, ao mesmo tempo, uma lente de aumento sobre as relações humanas com a ciência e a tecnologia. Literatura e cinema não apenas refletem o avanço científico de suas épocas, mas também moldam imaginários coletivos, inspiram inovações e levantam questões éticas sobre o futuro. Essas expressões artísticas funcionam como pontes entre o saber técnico e o sensível, transformando conceitos complexos em narrativas acessíveis e emocionalmente impactantes.
O título Blackout não surgiu por acaso. Em outubro de 2007, Britney Spears vivia um dos períodos mais conturbados de sua vida: uma separação pública, disputas pela guarda dos filhos, perseguição incessante de paparazzi e manchetes diárias explorando cada passo seu. A imagem da “princesa do pop” que o mundo conhecia havia sido substituída, na mídia, por um retrato sensacionalista de colapso. E foi justamente nesse cenário de caos que Britney decidiu criar um álbum que soasse como a própria discoteca da decadência, um espaço onde a dor não se escondia, mas se transformava em movimento, batida e sedução. O título, que em inglês significa “apagão”, capturava perfeitamente o espírito: era sobre desligar-se do mundo exterior e mergulhar em algo mais intenso, físico, quase hipnótico.
A pergunta “Vale a pena ser honesto no Brasil?” acabou por criar a novela que seria o maior fenômeno que esse país já tinha visto. Além disso, Gilberto Braga acabou por criar uma das personagens mais lembradas da teledramaturgia brasileira.
A geração millennial chegou à vida adulta em um mundo que já não cumpria as promessas feitas durante sua infância. Criada sob a narrativa de que estudo, esforço e mérito seriam recompensados com estabilidade, ascensão social e autonomia, essa geração foi lançada em um cenário econômico, social e psicológico profundamente mais hostil do que aquele vivido por seus pais e avós. O sofrimento millennial não pode ser compreendido como fruto de fragilidade individual, imaturidade emocional ou incapacidade de adaptação; trata-se de um fenômeno coletivo, produzido por transformações estruturais que reorganizaram o trabalho, o tempo, as relações sociais e a própria percepção de futuro.
A moda está mudando e os tecidos estão no centro dessa transformação. Mais do que tendência, a escolha dos materiais hoje carrega valores, inovações e compromissos com o futuro. Sustentabilidade, tecnologia e estética caminham lado a lado no desenvolvimento dos tecidos contemporâneos, que não apenas vestem, mas também contam histórias, protegem o meio ambiente e interagem com o corpo humano.