sexta-feira, 11 de setembro de 2026
terça-feira, 1 de setembro de 2026
Culto Ar / Visite o Peru!

Culto Ar: visite o Peru!
Seja gentil ao pisar no solo sagrado, esse lugar vive e viverá para sempre
Ébano Rosa
15 julho 2025
Desde as primeiras aglomerações humanas, nós nos habituamos a deixar nossos vestígios para a posteridade, seja lá de que tipo for, nós sempre deixamos rastros. O homem em sua essência é um ser que não consegue passar despercebido – salvo alguns raros exemplos - , desde as paredes de uma caverna até o solo lunar, vamos seguindo e imprimindo as nossas digitais em tudo, ou em todos.
sábado, 29 de agosto de 2026
O estilo de vida moderno está fazendo mal às pessoas? / Até que ponto a sociedade atual nos traz felicidade?

Em vários aspectos a vida atual é inegavelmente mais desenvolvida como na medicina, na higiene e no conforto material. Entretanto, nem tanto esforço é dedicado à questão do bem-estar humano. Será que a vida moderna torna as pessoas satisfeitas com sua existência? Num primeiro momento a discussão não parece fazer sentido, afinal, se hoje é mais rico, saudável e confortável é óbvio que seria mais feliz também. Porém, não é tão fácil responder à pergunta. Estudos da psicologia apontam que bens materiais trazem uma satisfação apenas momentânea às pessoas, sendo logo esquecidas. Portanto, um mundo mais rico não é necessariamente mais feliz
O estilo de vida moderno está fazendo mal às pessoas?
Até que ponto a sociedade atual nos traz felicidade?
A noção de progresso foi de extrema importância para o alvorecer da modernidade. Acreditar que o mundo estava melhorando à medida que aprendemos mais sobre ele foi o incentivou às elites para continuar investindo em conhecimento e tecnologia. Em vários aspectos a vida atual é inegavelmente mais desenvolvida como na medicina, na higiene e no conforto material. Entretanto, nem tanto esforço é dedicado à questão do bem-estar humano. Será que a vida moderna torna as pessoas satisfeitas com sua existência? Num primeiro momento a discussão não parece fazer sentido, afinal, se hoje é mais rico, saudável e confortável é óbvio que seria mais feliz também. Porém, não é tão fácil responder à pergunta. Estudos da psicologia apontam que bens materiais trazem uma satisfação apenas momentânea às pessoas, sendo logo esquecidas. Portanto, um mundo mais rico não é necessariamente mais feliz.
quarta-feira, 26 de agosto de 2026
Por que ler os clássicos ainda importa?
Por que ler os clássicos ainda importa?
Entre a alta cultura e a cultura pop, os clássicos ajudam a entender de onde vêm as ideias, histórias e valores que moldam o presente
Carlos André de Oliveira esberard
14 AGOSTO 2026
Por que ler clássicos?
O interesse pela alta cultura ainda faz sentido no mundo moderno?
domingo, 16 de agosto de 2026
quarta-feira, 5 de agosto de 2026
Islândia, a terra do gelo / Das ruas acolhedoras de Reykjavik aos espetáculos naturais do Círculo Dourado
Islândia, a terra do gelo
Das ruas acolhedoras de Reykjavik aos espetáculos naturais do Círculo Dourado, um roteiro que mostra a Islândia muito além do frio
Prepare o agasalho e o estômago, pois hoje nós vamos à Islândia. Eu posso te garantir que nem só de frio e tubarão fermentado vive este lugar magnífico, que fica lá quase no teto do nosso belo globo azul.
domingo, 2 de agosto de 2026
Andy Wharhol / Polaroids

All photos are courtesy of “Andy Warhol Family Album,” from April 30 – October 19, 2026 at the Whitney Museum. © 2026 The Andy Warhol Foundation for the Visual Arts, Inc.
Andy Warhol’s Life in 732 Polaroids
By Emily Sandstrom
Photographed by Andy Warhol
May 5, 2026
Andy Warhol documented everything, just not always with the intention of showing the world. With Andy Warhol: Family Album, an exhibition of 732 Polaroids shot across 1972 and 1973, the Whitney Museum of American Art makes the case that even the artist’s most offhand moments were all a part of his master project. Drawn from one of six Holson albums Warhol assembled as a private archive, the show pulls back the velvet rope on a side of the artist that rarely gets airtime: His dog Archie, his Montauk home, his visits to Europe, and the friends who travelled with him along the way. It’s easy to forget that photography wasn’t a hobby for Warhol, but rather the foundation of his practice. He carried a camera with him everywhere, and by the early ’70s the Polaroid had become his tool of choice, feeding directly into the silkscreen portraits that cemented him in art history. The photos are somehow as glamorous as they are almost mundanely domestic–the truest reflection of Warhol’s world. The show is currently on view through October 19 on the seventh floor at the Whitney. If you haven’t had a chance to head over yet, we’ve snagged a handful of special photos from the exhibition you can explore below.
quinta-feira, 30 de julho de 2026
Peter Hujar / Fotos

Hujar, Peter, 1934-1987, Contact sheet: Gary Schneider at 189 Nude, 2013.108:8.3611. All photos courtesy of The Morgan Library & Museum.
Peter Hujar
Photographs
By Emily Sandstrom
May 22, 2026
Peter Hujar kept every contact sheet he ever made, perhaps because he never stopped believing someone would eventually come looking for them. Over the course of his lifetime, he shot Patti Smith, Candy Darling, David Wojnarowicz, and Susan Sontag, becoming a central figure in the cultural life of downtown New York without ever quite becoming famous. He was, as curator Joel Smith puts it, missing “the gene for self-promotion.” Though assured of his own genius, he was largely ignored beyond his homestead in the East Village. This spring, the Morgan Library & Museum makes the case for what Hujar always knew. Hujar: Contact draws from the archive of over 5,783 contact sheets Hujar preserved until his death in 1987. The show also arrives at the moment of a Hujar revival: Ira Sachs‘s biographical film Peter Hujar’s Day introduced him to audiences well beyond the art world, while Andrew Durbin‘s new biography wrestles with his chaotic personal life. The contact sheet was never meant to be artwork but rather a working object, a way for film photographers to see what they’d shot before committing to a full print. But Hujar’s sheets are something else: each one a full roll of film reduced to thumbnail-sized frames, marked up in oil pencil, annotated with the thinking he otherwise left unrecorded. Smith calls them “an intimate history of Hujar’s habits, inspirations, and happy accidents.” More than 110 works are now on view through October 25th, with a selection (including some exclusives) shown below.
terça-feira, 21 de julho de 2026
domingo, 19 de julho de 2026
Gustavo Adolfo Garcés | Peroração da empregada
Gustavo Adolfo Garcés
sexta-feira, 17 de julho de 2026
Gustavo Adolfo Garcés / Armário de dois corpos
Gustavo Adolfo Garcés
Armário de dois corpos
Com teu traje negro
Satanás coloca em prova
minha virtude
joga lenha
no fogo de meu vício
então
a voz no pescoço
Deus me revela
a verdadeira lei
que te desejo com ânsia
sábado, 11 de julho de 2026
terça-feira, 7 de julho de 2026
Lugar de cinema é no cinema
Lugar de cinema é no cinema
A sala de cinema como espaço mágico e coletivo
Ao subir ao palco do Globo de Ouro para receber o prémio pelo seu desempenho em Valor Sentimental(Sentimental Value - 2025), o ator Stellan Skarsgård proferiu um dos mais belos discursos das últimas temporadas de premiações. Agradeceu a sua família, como de praxe, mas destacou algo mais raro: a alegria de ver um filme norueguês, independente e sem orçamento para publicidade alcançar o público daquela maneira e, sobretudo, ser visto no cinema, segundo ele, uma espécie em extinção. E concluiu com uma imagem simples e perfeita: num cinema, quando as luzes se apagam e eventualmente você divide o braço da cadeira com outra pessoa, isto é magia! Cinema deve ser visto no cinema.
sábado, 4 de julho de 2026
Vozinha

Vozinha (1986, Mindelo, Cabo Verde)
Vozinha
Cabo Verde entrou como a surpresa africana que calou críticos. No grupo com Espanha, Uruguai e Arábia Saudita, cada partida foi batalha. Deixaram a alma em campo, representaram um país inteiro com orgulho e mostraram que o futebol também cabe nos sonhos de uma ilha.
No mata-mata, as oitavas de final guardavam o maior desafio. Lá estava ele, gigante entre as traves: goleiro Vozinha. Voou, defendeu o impossível, segurou o time com mãos que carregavam a esperança de milhões. Cada defesa era um poema de resistência contra os campeões do mundo.
Veio a derrota sob a Argentina, mas não houve queda, só aplauso de pé. Cabo Verde caiu lutando, de cabeça erguida, chorando por orgulho. Da pequena ilha para o mundo, os Tubarões Azuis provaram que glória não se mede só em vitória. Às vezes, perder também é fazer história.
domingo, 28 de junho de 2026
Mário de Andrade carteador | O Brasil modernista visto pelas cartas do escritor
Mário de Andrade carteador
O Brasil modernista visto pelas cartas do escritor
Maria de Oliveira, de 20 anos, estuda piano. Em 1941, escreve de São Luís, Maranhão, onde encontrara o conto “Piá não sofre, sofre”, na revista Planalto. Entusiasmada, deseja ler mais desse autor que o irmão lhe recomenda. Expressando-se com graça e desenvoltura, ganha, em São Paulo, um amigo que lhe oferece o livro Clã do jabuti, músicas e paciente atenção. Retribui com um azulejo antigo e uma boneca de feira. Victor Brecheret, escultor, mostra ao companheiro e crítico modernista, croquis do que anda fazendo em Paris, no ano de 1922, apesar do frio. A carta, mistura de português e italiano capaz de fazer inveja a Juó Bananere, contrasta com o rigor no traço.


















