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sexta-feira, 1 de maio de 2026

Um Brasil vivo entre a arte e o algoritmo

 

A capacidade humana de ressignificar é uma constante na cultura brasileira, principalmente marcada por um processo de antropofagia cultural (conceito cunhado por Oswald de Andrade, no Manifesto Antropofágico de 1928), que defende a ideia de devorar influências externas, a fim de transformá-las em algo genuinamente nacional. Essa postura, ao mesmo tempo crítica e criativa, está presente no modernismo, nas batalhas de slam, dos ateliês às redes sociais
A capacidade humana de ressignificar é uma constante na cultura brasileira, principalmente marcada por um processo de antropofagia cultural (conceito cunhado por Oswald de Andrade, no Manifesto Antropofágico de 1928), que defende a ideia de devorar influências externas, a fim de transformá-las em algo genuinamente nacional. Essa postura, ao mesmo tempo crítica e criativa, está presente no modernismo, nas batalhas de slam, dos ateliês às redes sociais

Um Brasil vivo entre a arte e o algoritmo

Uma análise interpelativa sobre o impacto da hiperconectividade na produção e consumo da arte brasileira

1 ABRIL 2026, 

Num mundo 100% conectado, — que ao acordar, verifica as notificações escassas da madrugada e quando se põe a dormir, o último estímulo é uma notícia trágica ou meme aleatório — a arte, por mais distante que possa aparentar estar, se apresenta como o grito da liberdade, da visibilidade palpável, da transmutação entre a revolta com a sociedade e o anseio de mudança, de jovens, brasileiros e criativos, que buscam pelas respostas não ditas no mundo.

quinta-feira, 30 de abril de 2026

Freud explicaria os likes?


Em diversos estudos, Sigmund Freud mostrou que nós, seres humanos, precisamos de aprovação externa constante para regular nossa autoestima e essa comparação entre o que somos e o que queremos ser, ele nomeou de ‘Ideal do Eu’. Para aliviar a distância entre um e outro, buscamos reconhecimento em quem está fora de nós... ou seja, investimos nossa energia nas pessoas que nos alimentam ou em quem é um reflexo de nós mesmos. No fim das contas, a dependência emocional é uma forma de manter nosso amor próprio vivo, mas sempre refém de alguma coisa ou alguém
Em diversos estudos, Sigmund Freud mostrou que nós, seres humanos, precisamos de aprovação externa constante para regular nossa autoestima e essa comparação entre o que somos e o que queremos ser, ele nomeou de ‘Ideal do Eu’. Para aliviar a distância entre um e outro, buscamos reconhecimento em quem está fora de nós... ou seja, investimos nossa energia nas pessoas que nos alimentam ou em quem é um reflexo de nós mesmos. No fim das contas, a dependência emocional é uma forma de manter nosso amor próprio vivo, mas sempre refém de alguma coisa ou alguém

Freud explicaria os likes? 

Do ego ao algoritmo: como a psicanálise entende a dependência emocional na era da informação

1 MARÇO 2026, 


O nosso mundo já foi um grande mundo - com mentes geniais, descobertas extraordinárias e conexões verdadeiras — mas hoje, não se parece mais com o mundo que já foi. Presenciamos, atentos, a transformação e o renascimento de um novo mundo: totalmente conectado, nitidamente estressado e parcialmente doente.